Reflexão: Um bom pai cria filhos confiantes

Um pai de família que não sabe o que é ser um pai de família não agirá como tal; da mesma forma, uma mãe de família, uma esposa, um esposo, filho, médico ou governante. Quem não sabe quem é jamais entenderá a própria vocação e o motivo pelo qual veio a este mundo. Por isso, todo ser humano tem, internamente, duas perguntas que norteiam toda a sua vida: Quem sou eu? Para que eu vim a este mundo?

Isso nos leva a pensar que aquilo que dinamiza o ser humano, durante sua trajetória neste mundo, é a busca pela sua própria identidade (quem sou eu?) e sua missão (para que vim a este mundo?). Essas perguntas dão sentido ao ser humano. Tudo na vida humana circula em torno dessas duas perguntas, e aqueles que descobrem a resposta de ambas conseguem viver de forma plena e saudável.

Crise de identidade

No mundo de hoje, é preciso responder a outra pergunta: Quem não somos? Temos inúmeras propostas de sermos o que não somos. Chegam até nós, de maneira implícita ou explícita, formas de pseudovidas. Mas o que seria isso? São propostas que seguem modas, estilos, ideologias, manias, épocas, ídolos e que ditam um jeito de ser, e aquele que ainda não se reconheceu, ou seja, que não tem clara a sua própria identidade, voa nas asas dos outros.

Conclusão

Nos nossos tempos, não vivemos uma crise qualquer, uma crise de gênero ou de existência, mas de identidade. A nossa maior crise é a crise de identidade, que atinge a todos de uma maneira ou de outra. Quando falo todos, não excluo ninguém, seja jovem, seja adulto, rico, pobre, religioso ou ateu. A crise dos nossos tempos, que decorre da crise do homem, da crise do pai, gera em nós uma crise ainda maior: a crise de não sabermos mais quem somos.

Canção Nova – padre Anderson Marçal

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