Evangelho do dia (Mt 15,1-2.10-14)

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Alguns fariseus e escribas vindos de Jerusalém dirigiram-se a Jesus perguntando: “Por que os teus discípulos desobedecem à tradição dos antigos? Eles não lavam as mãos quando vão comer!” Jesus chamou a multidão e disse: “Escutai e compreendei. O que torna alguém impuro não é o que entra pela boca, mas o que sai da boca, isso é que o torna impuro”. Então os discípulos se aproximaram e disseram a Jesus: ‘Sabes que os fariseus ficaram escandalizados ao ouvir as tuas palavras?’ Jesus respondeu:’Toda planta que não foi plantada pelo meu Pai celeste será arrancada. Deixai-os! São cegos guiando cegos. Ora, se um cego guia outro cego, os dois cairão no buraco.’

Comentário

Trata-se de uma controvérsia entre os fariseus e os escribas, de uma parte, e Jesus de outra. Objeto da controvérsia é a regra de pureza que os discípulos de Jesus não cumprem ao comer sem lavar as mãos. “Tradição dos antigos” refere-se aos costumes que se pretende fazer remontar aos tempos de Moisés e cuja codificação escrita se dará por volta do ano 200 d.C., na Mishnah. Lavar as mãos não era uma questão de higiene pessoal, mas um gesto de purificação ritual com a finalidade de eliminar eventuais impurezas contraídas do contato com coisas imundas. Ao invés de responder diretamente a questão posta por seus opositores, Jesus interpela a multidão a compreender o essencial: não é a pureza ritual, externa, que importa, mas a pureza moral, o coração, a coerência da vida e da prática da religião. O v. 13, inspirado por Is 60,21, é um convite à paciência (cf. Mt 13,24-30), pois o que não é de Deus não permanecerá. O apego à tradição dos antigos, com a convicção de que isso os salvaria, faz dos fariseus guias cegos. Essa crítica Deus já fazia contra os responsáveis do povo (Is 29,9-12). A cegueira é falta de compreensão do desígnio salvífico de Deus.

Carlos Alberto Contieri, sj

ORAÇÃO AO DIVINO PAI ETERNO

Aqui estamos para prestar-vos a nossa homenagem.

Nós cremos em vós, Pai Eterno, nosso Pai e nosso Criador.

Confiamos em vossa bondade e poder.

Queremos amar-vos sempre, cumprindo vossos mandamentos e servindo ao vosso Filho Jesus, na pessoa de nossos irmãos.

Nós vos damos graça pelo vosso amor e pela vossa ternura.

Vós nos atraís ao vosso Santuário e nos acolheis de braços abertos. Vós nos guiais com os ensinamentos do vosso Filho.

Nosso Senhor, e nos dais sempre o vosso perdão.

DIVINO PAI ETERNO, QUEREMOS CONSAGRAR A VÓS:

Nossas famílias, para que vivam em paz e harmonia;

Nossas casas, para que sejam iluminadas pela vossa presença.

Nossas alegrias, para que sejam santificadas pelo vosso amor.

Nossas preocupações, para que sejam acolhidas em vossa bondade;

Nossas doenças, para que sejam remediadas com a vossa misericórdia;

Nossos trabalhos, para que sejam fecundos com a vossa bênção.

DIVINO PAI ETERNO,

Recebei a homenagem da nossa fé, fortalecei a nossa esperança e renovai o nosso amor. Dai-nos o dom da paz e da fidelidade à vossa Igreja. Pela intercessão de Nossa Senhora, mãe do vosso querido Filho, dai-nos a perseverança na fé e a graça da salvação eterna.

Amém!

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